O papel das crianças na Igreja

 

A Senhora disse: «Vocês querem se oferecer a Deus, dispostos a aceitar tudo o que Ele quiser lhes enviar, em reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e como súplica pela conversão dos pecadores?»
«Sim, queremos.»

Foi enquanto Ela pronunciava essas últimas palavras que abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como um reflexo que saía d’Ela e penetrava em nosso peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era aquela luz (…)
(das Memórias de Lúcia dos Santos – Fátima, 13 de maio de 1917)

A Virgem, em Fátima, nos indica como caminho seguro de salvação a oração das crianças e a oferta de si mesmas a Deus por meio d’Ela.

Se, com a pequena Bernadette Soubirous em Lourdes, Ela devolveu o fôlego espiritual à França sufocada pelo positivismo; se, apenas com Lúcia, Francisco e Jacinta, crianças totalmente analfabetas, transformou o Portugal anticlerical em sua terra, prometendo que nunca perderia a fé; o que não poderá Ela fazer no mundo inteiro com multidões de crianças que se consagram a Ela, comprometendo-se a rezar o ROSÁRIO?

Esta é a missão da Armata Branca. Aqui nos propomos a apresentar os motivos e as confirmações da nossa ação, tirando-os das palavras dos santos e dos pontífices. 


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