
Un milione di bambini pregano il Rosario – 7 ottobre 2026
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Chegou entretanto o mês de setembro. No dia 13, como de costume, Lúcia ordenou ao povo que rezasse o Rosário, que ela própria iniciou e guiou. Todos os presentes, de joelhos, respondiam em voz alta. Ainda não tinham terminado a oração quando o «relâmpago» anunciou a chegada da Senhora.
«Que quereis de mim?» perguntou mais uma vez Lúcia.
«Continuem a rezar a Coroa a Nossa Senhora do Rosário todos os dias, para obter o fim da guerra», respondeu a branca Visão. Depois insistiu para que não faltassem no dia 13 de outubro e confirmou que viriam São José e o Menino Jesus para dar a paz ao mundo, e Nosso Senhor para abençoar o povo, e depois Nossa Senhora nas figuras de «Nossa Senhora das Dores» e de «Nossa Senhora do Carmo».

Lúcia rezou por muitos doentes que lhe haviam sido recomendados; respondeu-lhe que apenas alguns seriam curados, outros não, «porque o Senhor não confiava nestes últimos»; ou seja, usariam mal o dom da cura, em prejuízo da própria alma.
A menina então transmitiu o desejo do povo, que queria construir uma capela no local das aparições; a Senhora consentiu. Finalmente Lúcia disse: «Muitos dizem que eu sou uma enganadora que merece ser enforcada ou queimada viva. Fazei um milagre para que todos acreditem!»
«Sim, em outubro farei o milagre para que todos acreditem», confirmou ainda a Senhora.
Algumas mulheres tinham dado à menina duas cartas e um frasquinho de perfume para oferecer a Nossa Senhora; Lúcia assim fez, mas recebeu esta resposta: «Estas coisas não servem para o Céu.»
E a esplêndida Visão elevou-se para o Céu até desaparecer.
Em todas as aparições, a Mãe do Céu pede às crianças orações e sacrifícios. Já vimos qual é a relação entre o Rosário e a conversão dos pecadores; vejamos agora por que também com os sacrifícios se podem salvar os pecadores.
Vedes, crianças, quando Deus Pai decidiu fazer com que os homens regressassem ao Seu Coração, enviou à terra o Seu filho unigénito, Jesus, para que, com o sofrimento e com a humilhação da cruz, os libertasse do pecado. Ao lado de Jesus, também Nossa Senhora deu o seu grandíssimo contributo de amor e de dor.
Seguindo o exemplo deles, todos os que amam o Pai do Céu e os irmãos da terra devem estar dispostos a fazer aquilo que o Anjo da Paz disse a Lúcia, Francisco e Jacinta quando eles lhe perguntaram como deviam sacrificar-se: «De tudo o que puderdes», respondeu o Anjo, «mas sobretudo aceitando, dia após dia, aquilo que o Senhor quiser enviar-vos.»
Portanto, os sacrifícios que devemos fazer são de duas espécies:
os pequenos sacrifícios voluntários (fioretti);
dizer sempre “sim”, em todos os momentos do dia, sem nos queixarmos, aceitando em silêncio até os reproches; suportar com paciência uma doença, um sofrimento, a perda de uma pessoa querida; perdoar quem nos ofende sem nos vingarmos; não fazer caprichos quando não podemos ter aquilo que desejamos.
Como o convite à oração e ao sacrifício vale para todas as crianças do mundo, empenhemo-nos também nós, seguindo o exemplo dos três pastorinhos, a responder com generosidade aos pedidos do Anjo e de Nossa Senhora.

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